terça-feira, fevereiro 10, 2015

Reflexões quase vagabundas

Uma poeta chamada Iza.
Essa sim, é poet’Iza.

À sombra de um chaparro ou à beira de um igarapé:
Às vezes, a gente erra; e, muito menos vezes, se acerta.

Algarvias:
Medronho, dá um porre medonho.

Queria, como Pessoa, poder dizer que a minha pátria é minha língua, mas eu a maltrato muito. Portanto, digo: Minha pátria é o que piso.

“Quem canta, seus males espanta”
Não sendo o pulmão ou garganta.

Quem canta mal, espanta os vizinhos.

A ideia é fixa, os delírios tremem

Cavalo sem asas não vai a lado nenhum.

Moleque do avesso anda sem camisa.

Amor é muito bom, mas amor com sexo é bem melhor.

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